Tal como ter um dentista de confiança que nos ajuda a manter a higiene oral, é igualmente importante ter alguém que nos ajuda a manter a “higiene” da coluna vertebral. De facto, é esta a razão para a explosão de popularidade da quiroprática que se tornou numa profissão de saúde de confiança na América do Norte, Austrália e várias partes da Europa e Reino Unido. Em algumas partes do mundo já começa a ser introduzida nos hospitais e clínicas de cuidados primários devido à sua eficácia. Os quiropráticos preocupam-se principalmente com a estrutura e funcionamento da coluna vertebral. São uma valiosa adição a qualquer equipa de prestadores de cuidados de saúde, dada a sua formação em métodos de análise e correção de problemas da coluna que não implicam recorrer a medicação ou cirurgias.

 

Talvez fazer uma manutenção regular do nosso corpo em vez de o tratar quando surgem problemas não seja uma ideia inovadora, mas as estatísticas dizem-nos que a maioria da população mundial ainda se foca muito pouco no bem-estar. Diz a Organização Mundial de Saúde:

“As doenças crónicas, tais como os problemas cardíacos, enfartes, cancro, doenças respiratórias crónicas e diabetes, são de longe as principais causas de mortalidade a nível mundial, representando 60% de todas as mortes. Dos 35 milhões de pessoas que morreram de doenças crónicas em 2005, metade tinham menos de 70 anos e metade eram mulheres”.

 

Nunca tivemos tanto conhecimento e compreensão sobre o corpo humano e sobre como tratar variados tipo de doenças, mas ainda assim não resolvemos o problema de nos convencermos que vale a pena cuidar do nosso corpo e mente através de métodos preventivos. Todo o nosso conhecimento é aplicado em tentar manter as pessoas vivas pelo máximo tempo possível MAS, de acordo com as estatísticas, tem havido uma diminuição da longevidade funcional. Isto quer dizer que vivemos mais tempo mas com pior qualidade de vida.

Mantemos esta visão de que podemos entregar-nos aos doces, trabalhar horas e horas e negligenciar a nossa saúde para ganhar mais dinheiro.  Preenchemos os nossos dias com atividades que parecem fazer-nos caminhar no sentido de obter mais liberdade mas mais tarde na vida acabamos prisioneiros da realidade das incapacidades físicas e baixa qualidade de vida, não conseguindo apreciar a estabilidade financeira e tempo com a família que trabalhámos tanto para atingir. Se estivermos a stressar constantemente o nosso corpo com maus hábitos de saúde não estamos a avançar mas sim a regredir. É como tentar usar um balde furado.

Excluindo casos de acidentes de viação graves e outro tipo de traumas, uma vida apoiada em bons hábitos de saúde deve desenvolver-se mais ou menos assim: ter muito pouca dor ou incapacidades, ser capaz de executar todas as tarefas físicas do dia-a-dia, muito pouca dependência de medicações e cirurgias, longevidade na casa dos 80-100 anos ou mais e um declínio muito natural e lento do estado de saúde ao longo de 1-3 anos, após o qual morremos devido à degradação natural dos sistemas do nosso corpo.

 

A razão pela qual mantenho esta visão com tanta confiança é que já vi resultados incríveis em casos muito complicados. Ao introduzir simplesmente hábitos corretos na vida de alguém, temos conseguido resolver sintomas associados a hérnias discais, melhorar problemas digestivos que se arrastavam desde sempre, reestabelecer níveis de energia normais, restaurar o sono, resolver dores nas costas, eliminar enxaquecas crónicas, entre outras coisas. Isto acontece muito não apenas nos jovens adultos e crianças, mas também em pessoas a entrar nos seus 70s e 80s. O corpo tem uma capacidade incrível para continuar a funcionar e a movimentar-se, se lhe dermos a mínima hipótese removendo os problemas causados por maus hábitos.

 

Espero que este artigo sirva de alerta para passar à ação. Ação sob a forma de fazer um esforço para não apenas manter, mas também melhorar ativamente a sua saúde ao longo dos anos. Fazer um esforço para passar o fio dental nos dentes, fazer visitas regulares ao dentista, fazer avaliações de rotina à coluna, ir ao ginásio, comer mais vegetais e menos açúcar, mover-se mais, criar objetivos para si próprio e não stressar com as coisas insignificantes.

Hábitos simples mas consistentes e uma visão otimista talvez sejam a solução para TODOS os nossos problemas de saúde. Não lhe parece que vale a pena?

Venha conhecer-nos e saber como podemos ajudar a que tenha uma melhor qualidade de vida: tanto agora, como no futuro.

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